Com Gilvan ameaçado a ficar inelegível, Cabo Bonadiman e Pastor Dinho podem reforçar a chapa do PL no ES

Inelegibilidade de Gilvan da Federal acende alerta no PL, que aposta em Lucas Polese como força da direita no ES
Apesar de ser a maior potência do Congresso Nacional, o PL no Espírito Santo enfrenta um cenário de incerteza na montagem de sua chapa de deputados federais. O principal foco de tensão é a situação jurídica de seu atual puxador de votos, o deputado Gilvan da Federal, que se encontra em uma “corda bamba” judicial.

Recentemente, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES) manteve a condenação de Gilvan por violência política de gênero contra a deputada Camila Valadão (Psol). A decisão impõe ao parlamentar o peso da inelegibilidade, um quadro de difícil reversão que ameaça diretamente os planos da sigla para 2026.

O fator Lucas Polese

Diante desse impasse, os olhares se voltam para o deputado estadual Lucas Polese (PL). Consolidado como uma das maiores lideranças da direita no estado, Polese surge como o nome estratégico para sustentar o desempenho da chapa federal. Sua forte presença nas bases conservadoras e o alinhamento ideológico claro fazem dele o pilar necessário para garantir o quociente eleitoral, caso a ausência de Gilvan se confirme.

Reforços na Chapa: Pastor Dinho e Cabo Bonadiman


Nos bastidores, o partido também articula nomes para encorpar a votação e dar capilaridade regional à legenda. O vereador da Serra, Pastor Dinho (PL), e o Cabo Bonadiman (PL) são ventilados como reforços cruciais.

Bonadiman, que é suplente de vereador em Linhares, já demonstrou força nas urnas em 2022, quando obteve 10.059 votos na disputa para o Congresso Nacional. A entrada desses nomes visa blindar a sigla contra uma eventual queda na votação total, assegurando que a direita capixaba mantenha sua representatividade em Brasília, independentemente dos desfechos judiciais.

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